Quando você lembrar de mim,
cante meus versos
pesando em mim
Guarde p´ra sempre a imagem do sorriso,
o abraço terno e quente, esse meu jeito indeciso
Lembre da minha alegria, nunca da tristeza
Pois a minha poesia só é triste por beleza
Quando você lembrar de mim,
segure o choro com força
Esqueça o que é solidão
Feche os olhos bem devagar
Cante meus versos com seu coração
Quando você lembrar de mim,
vai perceber que a vida é breve
Mas não se desespere, ah! Isso é ruim
Leve a vida serena e leve
Quando você lembrar de mim
talvez entenda o que é saudade
E lembre-se que a dor não é sincera
quando dói por vaidade
Quando você lembrar de mim
lembre da felicidade
da grama verde no jardim,
da graça de minha ansiedade
Quando você lembrar de mim
Lembre-se que o tempo não existe
E se sentir saudade não chore, ria!
Não quero saber de agonia
Não quero provocar saudade triste
Quando você lembrar de mim
saiba que eu, até o fim
muitas vezes lembrei de você
Só que não pude lhe dizer...
24 de fevereiro de 2008
20 de fevereiro de 2008
Cartas para o céu
Escrevi milhares de cartas para o céu
falei da dor, do amor e do rancor
eu contei que desabou aquele véu,
que tudo se foi, e eu perdi meu chão
Nas cartas que mandei, abri meu coração
Me apaixonei
Me apaixonei pelo céu,
Mas tive medo
Achei que fosse ilusão
A mão que afagara
de repente está cerrada
os olhos que sorriam, umidecidos
Meu peito é uma ilha...
Que dor cruel,
desilusão
é que não tenho mais o céu
é que não tenho mais razão...
falei da dor, do amor e do rancor
eu contei que desabou aquele véu,
que tudo se foi, e eu perdi meu chão
Nas cartas que mandei, abri meu coração
Me apaixonei
Me apaixonei pelo céu,
Mas tive medo
Achei que fosse ilusão
A mão que afagara
de repente está cerrada
os olhos que sorriam, umidecidos
Meu peito é uma ilha...
Que dor cruel,
desilusão
é que não tenho mais o céu
é que não tenho mais razão...
12 de fevereiro de 2008
Quem nunca sentiu essa dor?
às vezes sinto falta do calor
daquele riso à toa,
da pele branca marcada
agora um oceano me divide,
planos incertos,
estamos tão pertos
de nós dois
Mas eu só tenho este frio,
e a inquietação,
olhos verdes não me olham mais
E eu não sei se eu errei
porque quando eu deixei pra trás
todo aquele sentimento
Eu não sabia se seria capaz
Agora o amor vai remoendo
Quem nunca sentiu essa dor?
daquele riso à toa,
da pele branca marcada
agora um oceano me divide,
planos incertos,
estamos tão pertos
de nós dois
Mas eu só tenho este frio,
e a inquietação,
olhos verdes não me olham mais
E eu não sei se eu errei
porque quando eu deixei pra trás
todo aquele sentimento
Eu não sabia se seria capaz
Agora o amor vai remoendo
Quem nunca sentiu essa dor?
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