Foram suplícios.
É um deus-nos-acuda
Eu dormi Vinicius,
e acordei Neruda.
14 de setembro de 2013
Coisa rara
És item raro
de olho claro
e de bom gosto musical
E quando paro
e me deparo
que amor descomunal!
És flor que arde
e tão covarde
tens o cheiro visceral
Da doce tez
de quem talvez
emane um fogo passional
És um alarde
que vem tarde
e desmorona o carnaval
tens o perfume
que desune
o etéreo e o carnal
Perdão
Perdoa?
Esse meu egoísmo deletério
essa minha falta de postura
De bom senso, de critério
Perdoa essa loucura!
Perdoa?
Esse meu jeito indiferente
Essa agonia, esse ser descrente
Perdoa a impulsão,
a falta de rima
Perdoa a canção
Que fiz pra você,
perdoa?
Perdoa o eu piegas
O ser brega
Perdoa e se entrega
Perdoa, sem regras
Perdoa
a falta de juízo e a falta de rumo
Mas perdoa, de verdade
Que perdoando, eu me aprumo...
Esse meu egoísmo deletério
essa minha falta de postura
De bom senso, de critério
Perdoa essa loucura!
Perdoa?
Esse meu jeito indiferente
Essa agonia, esse ser descrente
Perdoa a impulsão,
a falta de rima
Perdoa a canção
Que fiz pra você,
perdoa?
Perdoa o eu piegas
O ser brega
Perdoa e se entrega
Perdoa, sem regras
Perdoa
a falta de juízo e a falta de rumo
Mas perdoa, de verdade
Que perdoando, eu me aprumo...
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