Mulher amarga,
de mal com a vida
Dê meu sorriso,
Me devolve o sono!
Mulher mesquinha
Mulher sem jeito
Que ladainha!
Quem deu direito?
Mulher medonha,
destrói meus planos,
é enfadonha!
Mulher de enganos
Mulher infeliz
ser sem coração
Projeto de meretriz!
não vale um tostão!
Porque nessa vida muitas coisas
me deixam pra lá de fulo
Mas eu sinceramente não conheço nada
E olha só, vou dizer: eu juro!
Eu não conheço NADA
tão ruim quanto esse estrume
quanto essa desgraçada
que tem consigo o azedume
de mulher que é mal-amada!
Mulher mesquinha!
Da boca que range
Como eu te odeio!
Te odeio, Solange!!!
21 de janeiro de 2008
5 de janeiro de 2008
Eu não lhe dei esse direito
Eu não lhe dei esse direito,
eu não vou admitir
Você escravizar meu peito
e me deixar sem onde ir
Eu lhe amo, tanto e tanto
Que mal sei como explicar
Mas você só quer meu pranto!
Jeito estranho de amar...
Eu lhe amo, no entanto
Tenho que lhe confessar
Solidão, eu lhe garanto
Dói mas não faz sufocar
Eu queria ter seus beijos,
e seu amor p´ra todo o sempre
Mas confesso, tenho medo
Desse amor cego e doente
eu não vou admitir
Você escravizar meu peito
e me deixar sem onde ir
Eu lhe amo, tanto e tanto
Que mal sei como explicar
Mas você só quer meu pranto!
Jeito estranho de amar...
Eu lhe amo, no entanto
Tenho que lhe confessar
Solidão, eu lhe garanto
Dói mas não faz sufocar
Eu queria ter seus beijos,
e seu amor p´ra todo o sempre
Mas confesso, tenho medo
Desse amor cego e doente
O Poeta Perdido
E surtou, e se perdeu
aí deu de fazer poesia
Então lembrou, se esqueceu
da noite fez raiar o dia
E amou, e se entorpeceu
Viveu em enorme euforia
E chorou, e padeceu
Mas foi tudo o quanto queria
E caiu, se jogou,
atirou seu corpo -franzino - do maior penhasco
e fugiu, ousou, recuou
Tornou-se então seu maior carrasco
E escreveu, ah! Como escreveu!
Escrevia sensações
Escreveu tanto que se morreu
Afogado em indagações...
Mas questionou, e perguntou!
Duvidou de tudo quanto era trivial
Seu pobre peito que não suportou
Essa euforia torpe de carnaval
Mas sentia-se poderoso
Controlava as névoas da vida!
Hoje o pobre é desgostoso
Sua poesia é esquecida
Mas em dia de tristeza
Não se deixa derrubar
Tem ainda a sutileza
De um verso p´ra rimar...
aí deu de fazer poesia
Então lembrou, se esqueceu
da noite fez raiar o dia
E amou, e se entorpeceu
Viveu em enorme euforia
E chorou, e padeceu
Mas foi tudo o quanto queria
E caiu, se jogou,
atirou seu corpo -franzino - do maior penhasco
e fugiu, ousou, recuou
Tornou-se então seu maior carrasco
E escreveu, ah! Como escreveu!
Escrevia sensações
Escreveu tanto que se morreu
Afogado em indagações...
Mas questionou, e perguntou!
Duvidou de tudo quanto era trivial
Seu pobre peito que não suportou
Essa euforia torpe de carnaval
Mas sentia-se poderoso
Controlava as névoas da vida!
Hoje o pobre é desgostoso
Sua poesia é esquecida
Mas em dia de tristeza
Não se deixa derrubar
Tem ainda a sutileza
De um verso p´ra rimar...
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