Se você soubesse
de cada homenagem
que o meu peito tece
teria coragem
de fazer essa prece
pedindo ao acaso
que acabe comigo
afogando no raso
um sonho antigo
plantando descaso
por todo o jardim
andando em falso
fugindo de mim?
19 de maio de 2008
14 de maio de 2008
Letras Urbanas
Vento, prédios e poeira
O caos espalhado
pela cidade inteira
Vagando entre cacos de pensamento
Tenho já muitas lacunas na memória
Vou voando... Entre sonhos e história
Eu sinto cheiro de ódio no ar
Eu sinto cheiro do medo de amar
Que se mistura com a fumaça e a indiferença
E brotam lágrimas em seus olhos vermelhos
E a gente chora todo dia
por dentro ou por fora
A gente engana a todo mundo
a todo mundo
a toda hora...
Eu sinto cheiro de ódio no ar
Eu sinto cheiro do medo de amar
Que se mistura com a fumaça e a indiferença
E brotam lágrimas em seus olhos vermelhos
O caos espalhado
pela cidade inteira
Vagando entre cacos de pensamento
Tenho já muitas lacunas na memória
Vou voando... Entre sonhos e história
Eu sinto cheiro de ódio no ar
Eu sinto cheiro do medo de amar
Que se mistura com a fumaça e a indiferença
E brotam lágrimas em seus olhos vermelhos
E a gente chora todo dia
por dentro ou por fora
A gente engana a todo mundo
a todo mundo
a toda hora...
Eu sinto cheiro de ódio no ar
Eu sinto cheiro do medo de amar
Que se mistura com a fumaça e a indiferença
E brotam lágrimas em seus olhos vermelhos
2 de maio de 2008
Saudade
Ai, que saudade que dá!
Que me tira a razão
Ficar sentado, no bar
Com o meu violão
Ai, que saudade sem graça
Que me deixa arrasado
Do gosto da cachaça
Do riso desastrado
Ai, que saudade é essa?
Que saudade estranha
De quando eu tinha pressa
Da correria tamanha!
Ai, que saudade que tenho
De cada copo gelado
É que hoje ando bebendo
Só vinho tinto barato
Saudade da calçada, da risada
Da mesa de lata
Da noite rasgada
Saudade! Saudade...
Que me tira a razão
Ficar sentado, no bar
Com o meu violão
Ai, que saudade sem graça
Que me deixa arrasado
Do gosto da cachaça
Do riso desastrado
Ai, que saudade é essa?
Que saudade estranha
De quando eu tinha pressa
Da correria tamanha!
Ai, que saudade que tenho
De cada copo gelado
É que hoje ando bebendo
Só vinho tinto barato
Saudade da calçada, da risada
Da mesa de lata
Da noite rasgada
Saudade! Saudade...
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