Eu quero ter no meu quintal
Uma filial do filial
Onde eu tenha muitas garrafas
Só minhas de uísque bom
Onde não haja mais amarras
E onde sou amigo do garçom
Quero ter a companhia
Da mais sorridente amizade
Quero tomar todos os tragos
Que me curem dos estragos
Dessa vida tão sincera
Quero ter a alegria
De cigarros e Helenas
Da mais torpe fantasia
Da noite tão serena...
Um dia eu sei que consigo
Ter uma filial do filial
Aqui no meu quintal
Pra receber cada amigo
Com o sorriso sem igual
Que só a alegria nos coloca
No rosto, na alma, no corpo e no copo
E eu vou beber em alegria
Cada garrafa que esvazia
A dor e a agonia
No fim acaba por preencher
Nossa alma com mestria
E a mais pura emoção...
11 de outubro de 2009
4 de outubro de 2009
Pour ma jolie
Tortura, tormento
O coração sai pela boca
Eu ardo por dentro
Fraqueja a cabeça louca
Mão secas de incerteza
Seus olhos e pele
seu corpo e voz
são então, de repente
o estúpido algoz
E eu impotente
Você na minha frente
Entre nós, tantos nós
Destino ou acaso
Sonho, realidade
Fantasia, loucura
pouco importa
Já nem ligo
Me entrego
O desejo não segura
A paixão, a ansiedade
Quando penso na candura
Dá vontade da vontade
De lhe ter fazendo jura
De lhe ver mais à vontade
E dizer que cada agrura
Que vivi na eternidade
Dessa espera tão cruel
Tanto que valeu a pena
E me trouxe chão e céu...
O coração sai pela boca
Eu ardo por dentro
Fraqueja a cabeça louca
Mão secas de incerteza
Seus olhos e pele
seu corpo e voz
são então, de repente
o estúpido algoz
E eu impotente
Você na minha frente
Entre nós, tantos nós
Destino ou acaso
Sonho, realidade
Fantasia, loucura
pouco importa
Já nem ligo
Me entrego
O desejo não segura
A paixão, a ansiedade
Quando penso na candura
Dá vontade da vontade
De lhe ter fazendo jura
De lhe ver mais à vontade
E dizer que cada agrura
Que vivi na eternidade
Dessa espera tão cruel
Tanto que valeu a pena
E me trouxe chão e céu...
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