Ciclos. Giro em torno de mim mesmo
Vejo os anos passarem pela janela - a mesma paisagem.
Sinto no peito o mesmo aperto,
As razões que sempre mudam.
Busco. Vivo em busca eterna. Eterna e cíclica.
Imploro pelo porto seguro
Pra depois morrer de saudade da tempestade
Nado até o outro lado
Quase morro de exaustão
Dou um nó no coração
Pra chegar, acabado
E chorar de saudade
Do lado abandonado
Sou intenso. E a intensidade,
às vezes me parece superficial
É tudo sempre igual
Sonhos que se desmancham
Esperanças que se desfazem
Enquanto o tempo passa
Sempre passa
Enjôo. Vomito. E depois desejo
Me entrego, me arrependo,
E depois desejo
Sempre...
Sempre...
12 de dezembro de 2009
6 de dezembro de 2009
Um poema, meu dilema.
Ela, de repente, apareceu
Nem sei como, nem de onde
Simplemente apareceu!
Leu-me todos os poemas,
me falou dos seus dilemas
Me encontrei na perdição!
Me atirei
Lhe dei a mão
Me encantei
E por que não?
E disse assim: Inês é morta!
Minha vida era tão torta,
de repente se aprumou
Ela entrou por essa porta
E o tempo então parou
Me atirei
De coração
Me encantei
E por que não?
E foi assim, que de repente
Me envolvi, o corpo quente
O sorriso mais sincero
O simples, o singelo
Têm beleza também.
Têm beleza, e como têm!
Me atirei
Sem contrição
Me encantei
E por que não?
Nem sei como, nem de onde
Simplemente apareceu!
Leu-me todos os poemas,
me falou dos seus dilemas
Me encontrei na perdição!
Me atirei
Lhe dei a mão
Me encantei
E por que não?
E disse assim: Inês é morta!
Minha vida era tão torta,
de repente se aprumou
Ela entrou por essa porta
E o tempo então parou
Me atirei
De coração
Me encantei
E por que não?
E foi assim, que de repente
Me envolvi, o corpo quente
O sorriso mais sincero
O simples, o singelo
Têm beleza também.
Têm beleza, e como têm!
Me atirei
Sem contrição
Me encantei
E por que não?
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