6 de abril de 2007

Versos em confissão

Você pode até achar
que sou romântico, poético
e tenho o cântico profético do amor

Mas no fundo sou apenas
um bêbado amargurado
preso a grilhões que eu mesmo criei,
acorrentado a um passado
sem razão e sem porquê

sou caquético, sou patético
sou forçado, sou vergonha de mim!
Um ébrio mal amado,
pândego, amargurado...

Que tem a dor por abrigo da própria covardia!
E se não caibo mais em mim,
não é pela grandeza de minha alma,
mas pela pequenez do meu ser

Sou o avesso, não me conheço,
sou a desgraça de quem me conhecer
Minha dor tem nome e endereço,
É meu peito, é o o meu viver...

Eu sou tão falso, e finjo tanto
que de tão falso que é meu encanto,
nem a mim mesmo consegue convencer...

3 comentários:

Unknown disse...

pq eu sempre passo por aqui.
pq eu gosto do q escreve e como o faz.
pq sem querer descreve oq eu não consigo dizer.


beijo

Unknown disse...

Como já tinha te dito... perfeita!!! A sua cara... e que as menininhas leiam antes de cair numa furada hauhauahua

Anônimo disse...

Quanta besteira! Claro que não é a sua cara. Claro que esse não é você...