5 de janeiro de 2008

Eu não lhe dei esse direito

Eu não lhe dei esse direito,
eu não vou admitir
Você escravizar meu peito
e me deixar sem onde ir

Eu lhe amo, tanto e tanto
Que mal sei como explicar
Mas você só quer meu pranto!
Jeito estranho de amar...

Eu lhe amo, no entanto
Tenho que lhe confessar
Solidão, eu lhe garanto
Dói mas não faz sufocar

Eu queria ter seus beijos,
e seu amor p´ra todo o sempre
Mas confesso, tenho medo
Desse amor cego e doente

Nenhum comentário: