Quando o muito já não é suficiente
Tudo o que procuro é um pouco de paz
Para um corpo calejado, de alma já dormente
Cujo destino é amargo e pesado demais
O fardo da busca ou a arte do encontro
Sinto o destino brincando comigo
Sinto o acaso por descaso não pronto
Dizendo que sou eu meu único abrigo
Eu busco às vezes talvez me apoiar
Quem sabe dividir o que sinto no peito
Sem ter que pedir permissão pra chorar
Nem lamentar o futuro, que parece desfeito
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