Parte-se a vida, rasga-se a carne
E cada um caminha para um lado
Soterrando na memória
os resquícios do passado
Fim da festa, dedo em riste
Fim da linha, dividida
Beco sujo, sem saída
Ruas tortas, vida triste!
Acaba tudo, a gente perde o prumo
E se desalinha, e se esvai sem rumo
E não adianta pedir nada a ninguém
Porque a dor é inevitável
E o sofrimento, também
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário