16 de julho de 2011

E no fim...

Parte-se a vida, rasga-se a carne
E cada um caminha para um lado
Soterrando na memória
os resquícios do passado

Fim da festa, dedo em riste
Fim da linha, dividida
Beco sujo, sem saída
Ruas tortas, vida triste!

Acaba tudo, a gente perde o prumo
E se desalinha, e se esvai sem rumo

E não adianta pedir nada a ninguém
Porque a dor é inevitável
E o sofrimento, também

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