Nada de perfeição.
Sou carne, osso e impulsão
Dividido entre a vontade e a saudade
Procuro abrigo em falsas mentiras
Que a minha inexperiência contou
Se seu nome ainda me choca,
que dirá sua voz...
Meu lugar é aqui, é nessa vida errante
fingindo ser muralha
(que desmorona a cada instante)
Céus! Céus! Aquele desenho...
Inútil pensar onde foi que erramos
A resposta virá soprada no vento
Trazida com calma, ao longo dos anos...
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Um comentário:
Calouro preferido,
Gosto muito das coisas que você escreve.
Um beijo,
Lia
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