3 de março de 2007

Versos ao espelho

Nada de perfeição.
Sou carne, osso e impulsão

Dividido entre a vontade e a saudade
Procuro abrigo em falsas mentiras
Que a minha inexperiência contou

Se seu nome ainda me choca,
que dirá sua voz...

Meu lugar é aqui, é nessa vida errante
fingindo ser muralha
(que desmorona a cada instante)

Céus! Céus! Aquele desenho...
Inútil pensar onde foi que erramos
A resposta virá soprada no vento
Trazida com calma, ao longo dos anos...

Um comentário:

Anônimo disse...

Calouro preferido,
Gosto muito das coisas que você escreve.
Um beijo,
Lia