Ciclos. Giro em torno de mim mesmo
Vejo os anos passarem pela janela - a mesma paisagem.
Sinto no peito o mesmo aperto,
As razões que sempre mudam.
Busco. Vivo em busca eterna. Eterna e cíclica.
Imploro pelo porto seguro
Pra depois morrer de saudade da tempestade
Nado até o outro lado
Quase morro de exaustão
Dou um nó no coração
Pra chegar, acabado
E chorar de saudade
Do lado abandonado
Sou intenso. E a intensidade,
às vezes me parece superficial
É tudo sempre igual
Sonhos que se desmancham
Esperanças que se desfazem
Enquanto o tempo passa
Sempre passa
Enjôo. Vomito. E depois desejo
Me entrego, me arrependo,
E depois desejo
Sempre...
Sempre...
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