6 de dezembro de 2009

Um poema, meu dilema.

Ela, de repente, apareceu
Nem sei como, nem de onde
Simplemente apareceu!

Leu-me todos os poemas,
me falou dos seus dilemas
Me encontrei na perdição!

Me atirei
Lhe dei a mão
Me encantei
E por que não?

E disse assim: Inês é morta!
Minha vida era tão torta,
de repente se aprumou
Ela entrou por essa porta
E o tempo então parou

Me atirei
De coração
Me encantei
E por que não?

E foi assim, que de repente
Me envolvi, o corpo quente
O sorriso mais sincero
O simples, o singelo
Têm beleza também.
Têm beleza, e como têm!

Me atirei
Sem contrição
Me encantei
E por que não?

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