A vida prega peças
E as prega sempre sem piedade
Quando nos aproximamos do sublime
E achamos que conhecemos a perfeição,
Surgem os entretantos, aparecem os senões
E a felicidade se esquiva,
puxa o corpo, joga finta, dribla
Porque a perfeição não é perfeita, então?
Por que diabos sempre existe o tal senão?
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